Estoque
Aparelho não é quantidade. É unidade.
Sistema genérico trata celular como caixa de parafuso: entrou dez, saiu três, sobram sete. Aí some um aparelho e ninguém sabe qual. No GestFone cada aparelho tem IMEI, custo próprio, grade própria e uma história que não se apaga.

Onze estados, e o caminho errado é recusado
Um aparelho está em um estado só de cada vez. Entrada, triagem, disponível, em conserto, reservado, vendido, devolvido, e assim por diante. A passagem de um estado para outro tem regra, e a regra é do sistema, não da boa vontade de quem está operando às sete da noite.
Cada mudança guarda quem fez, quando e por quê. Quando um aparelho “some”, o histórico responde onde ele passou.
IMEI duplicado não entra
O sistema recusa cadastrar o mesmo IMEI duas vezes na loja. Acaba o aparelho fantasma que existe em dobro na planilha.
Custo por unidade, não médio
Cada aparelho carrega o próprio custo de compra. Quando ele vende, o lucro é dele, não de uma média que esconde o prejuízo de um dentro do ganho do outro.
Entrada por XML da nota do fornecedor
O arquivo da nota entra e o sistema distribui frete, imposto e despesa entre os itens, proporcionalmente. Sem centavo sobrando e sem digitar item por item.
Conferência física por leitura
Passa o leitor em cada aparelho da prateleira e o sistema aponta o que falta, o que sobra e o que está no lugar errado.

Trade-in com checklist, não com olhômetro
O aparelho que entra na troca passa por um checklist de doze pontos, e a grade sai do checklist, calculada no servidor. O vendedor não decide se é A ou B para fechar a venda mais rápido.
Tem limite de quanto da venda pode ser paga em troca, e o que passar do limite precisa de aprovação de quem tem cargo para isso. Excedente vira crédito na conta do cliente em vez de dinheiro saindo do caixa.